Um mercado que movimenta mais de 90 bilhões de reais ao ano

 

Mercado altamente consumidor

Criar soluções em marketing e comunicação absolutamente diferenciadas e inovadoras para o mercado. Foi com este conceito que nasceu, em abril de 2008, a Arquitetos da Criatividade Publicidade e Propaganda. Fundada por Rodolfo Sonnewend, um profissional de comunicação e marketing com traços de inventor, criativo e desenvolvedor de novos negócios, a empresa sempre aplicou este “toque especial” nos seus projetos de pesquisas de mercado, campanhas publicitárias, planejamento de mídia, ações de merchandising, promoção, campanhas de endomarketing, incentive, estratégicas de Inbound marketing, marketing digital, processos de treinamento, branding e comunicação visual.

A vontade de criar novos mercados e negócios sempre fez parte do DNA da Arquitetos. Em 1991, o fundador participou, juntamente com o saudoso, Renato Reis Barbosa, do projeto de criação da Tele Sena (um dos maiores cases de sucesso do mercado financeiro de Títulos de Capitalização). Esta experiência provocou uma intensa mudança na sua forma de ver o mundo dos negócios. Anos mais tarde, outras tantas experiências enriqueceram ainda mais este cenário, como o seu projeto de estruturação dos processos das operações de Crédito Consignado Veicular; a criação e implantação de alguns modelos de shopping para veículos seminovos; desenvolvimento e implantação do conceito de feirões para venda de veículos novos e seminovos; estruturação e implantação do conceito de e-commerce (B2B); da revolução dos processos de desenvolvimento da Comunicação Técnica no Brasil; da estruturação das bases conceituais para a criação do sistema de Comunicação Jornalística Mobile (Selfie Notícias); do planejamento estratégico para a criação do cartão de relacionamento “Animal Card”; enfim, tantos outros projetos e propostas inovadoras, nos mais variados segmentos de mercado e  que hoje mudaram o dia a dia dos consumidores brasileiros.

Em meados de 2017, para comemorar o seu décimo aniversário de vida no próximo ano, a Arquitetos iniciou algumas pesquisas de mercado com o objetivo de desenvolver um novo planejamento estratégico comercial e implantar uma mudança em suas atividades. Segundo Rodolfo, a equipe da Arquitetos da Criatividade decidiu não ser apenas mais uma prestadora de serviços para o mercado de comunicação e marketing. “Em um cenário fortemente afetado pelas crises política e econômica, um mercado cada vez mais competitivo com o ingresso de uma quantidade imensa de novos prestadores de serviços, oriundos do desemprego e da mudança nas relações trabalhistas; de um ambiente produtivo constantemente modificado pela implantação de soluções em mídia digital; além de muitas outras contingências transformadoras que, cada vez mais, estão contribuindo para levar a maioria das agências e até o próprio conceito de propaganda a perder espaço e a relevância que tinham; portanto  havia chegado o momento de mudar”, enfatiza.

O idealizador destaca ainda seu interesse pela filosofia, desde muito jovem. “Eu lia muito sobre os homens que passaram por nossas culturas com a missão de esclarecer ainda mais a humanidade. Um destes pensadores é o Dalai Lama, um grande líder religioso do budismo Tibetano, que em um de seus ensinamentos, cita: ‘O período de maior ganho em conhecimento e experiência é o período mais difícil da vida de alguém’, lembra.

No início de 2017, a Arquitetos da Criatividade iniciou a busca por novas oportunidades de negócios, mas ainda atendia os clientes de forma convencional. Com muito afinco, desenvolveu um material para uma apresentação comercial de seus clientes. Aproveitando o mote da campanha, Rodolfo sugeriu a frase de Dalai Lama para enfatizar as soluções que a empresa havia encontrado frente às adversidades do seu mercado. Só foi neste momento, que percebeu que esta frase também resolvia a busca por novas oportunidades. Na oportunidade o criativo lembrou que no final de 2010 sofrera um grave acidente doméstico, que o levou a quase perder o seu pé direito, tornando-se em um PCD (Pessoa com Deficiência), após passar por três anos de tratamentos, sessões de fisioterapia e nove intervenções cirúrgicas. Apesar de todo sofrimento causado pelo acidente, a experiência adquirida o fez refletir sobre a citação de Dalai Lama: ‘um período de grande ganho segundo Dalai Lama’. Neste período, conheceu muitos PCD´s, que também estavam no processo de tratamento e percebeu um novo mundo cheio de inéditas experiências.

Em meados de 2013, um outro enriquecedor acontecimento estava por vir. Durante uma viagem ao Balneário de Caldas Novas, em Goiás, ainda utilizando de um andador para se locomover e com o objetivo de participar de sessões de hidroterapia, teve a oportunidade de conhecer Patrícia Arakaki, uma pessoa com deficiência visual, que o ensinou muito sobre a sensibilidade e a forma de perceber o mundo das pessoas com este tipo de deficiência. Patrícia trabalhava no RH da Bolsa de Valores de São Paulo e através dela conheceu o universo da Lei de Cotas, além de poder utilizar a sua experiência como jornalista e ajudá-la no processo de entrevistas de dezenas de pessoas com deficiências adquirida e congênita, um rico material utilizado para estruturar a sua apresentação, que a transformaria em uma das maiores palestrantes do setor com os temas: ‘Não quero sair do espelho!’ e ‘Gente Mudando a Gente!’.

Então, desde 2014, Rodolfo não parou mais de escrever; entre um trabalho e outro, sobre os conceitos que estruturariam o desenvolvimento de uma agência de publicidade exclusiva para o público PCD, além da criação de conceitos e conteúdo relacionados diretamente a este mercado. Um universo que deveria entusiasmar, de forma comercial, a todo o empresariado. O mercado PCD movimenta, hoje, mais de 90 bilhões de reais ao ano em ticket médio de consumo e, ainda segundo o Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência, aproximadamente 45 milhões de brasileiros. Um mercado sem a atenção devida por uma grande parcela do empresariado brasileiro que reclama, pois, seus negócios andam mal. “A maioria despreza um mercado que é do tamanho de toda a população da Espanha e, todos sabem que para cada conquista de um PCD, você leva de brinde sua família e amigos, que passam a fidelizar o seu produto e/ou serviço pelo respeito que sua empresa demonstrou para aquela pessoa tão carente nos processos de atendimento de maneira geral”, destaca Rodolfo.

O empresário criativo chegou à conclusão que é necessário trabalhar diferenciadas ferramentas de comunicação para a maioria das pessoas com deficiência. Caso contrário, deixaremos de lado aproximadamente 25% da população brasileira. “Em tempos de final de crise, este poderia ser um grande canal para o crescimento de muitos negócios”, ressalta Rodolfo. Um bom exemplo disto, está nas ações comerciais de venda de veículos com isenções, um mercado que cresceu em média 360% em 8 anos e, mesmo durante o apogeu da crise, não parou de crescer.

O mercado possui um grande potencial consumidor, apesar de existir um paradigma de que a maioria das pessoas com deficiência são pobres. Porém, este universo de consumidores  está dividido em: 42% pertencentes às classes A e B e 44% estão inseridos na classe C; além de terem uma renda mensal média de R$ 1.790,00. Vale também dizer que aproximadamente 63,4% das pessoas com deficiência, tem deficiência adquirida – como é o caso de Rodolfo, então é impossível para quem é rico, ficar pobre por se tornar uma pessoa com deficiência, mesmo com os enormes gastos que alguns tratamentos exigem.

A falta de interesse pelo empresariado, de maneira geral, também ficou clara durante um estudo promovido pela ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) em 2015 sobre a Lei de Cotas, que já existe há 21 anos. Os resultados são alarmantes, sendo que 67% dos entrevistados afirmaram, de forma reservada, possuírem resistência para entrevistar ou contratar pessoas com deficiência, já 88% dizem que sentem falta de informações sobre as maneiras de aplicar a inclusão delas no mercado de trabalho. E, ainda 86% dos entrevistados declararam que a contratação ocorre apenas para cumprir a lei de cotas, sendo que apenas 3% acreditam no potencial e somente 2% estão no processo por valorizar a diversidade PCD. Segundo Rodolfo, estes resultados demonstram os desafios e o tamanho do universo a ser trabalhado, além das dificuldades e barreiras que teremos que transpor. Ele destaca ainda que esta percepção de mundo já está em processo de mudança.

Em 2017, o programa da Globo News “Mundo SA” apresentou os produtos e serviços voltados para as pessoas com deficiência que, no mundo, já movimenta mais de 1 bilhão de dólares ao mês. Sendo eles, o Hand Talk que faz a tradução do português para Libras, o Livox, para comunicação com pessoas com paralisia cerebral, o Be My Wyes que conecta cegos com milhares de voluntários que aceitam a “emprestar a sua visão” para eles e a empresa de audiolivros Ubook. Recentemente, a loja virtual do Magazine Luiza passou a utilizar a solução do Hand Talk para se comunicar com os seus clientes com deficiência auditiva no seu e-commerce e ainda o exemplo do Bradesco, que há muito tempo já desenvolve estudos de comunicação com o público PCD.

No mesmo ano de 2017, a Arquitetos inscreveu-se como potencial colaboradora para a criação do Instituto Humanus para pessoas com deficiências e necessidades especiais, uma OSC, sem fins lucrativos com o objetivo de estudar e aprimorar os canais de comunicação das pessoas com deficiências o universo e vice e versa. Através do Instituto, a Arquitetos pode estruturar diversos e exclusivos processos de comunicação para os mercados PCD (pessoas com deficiência) e PNE (Pessoas com Necessidades Especiais). Foi através destes trabalhos que se iniciou os processos de desenvolvimento de ferramentas e soluções de Design Universal. Até então, este processo era muito utilizado no universo da Arquitetura e Engenharia, mas a Arquitetos passou a desenvolver os conceitos básicos para o desenvolvimento de peças de comunicação, textos e conteúdos em geral.

De maneira geral o marketing, como era descrito por Philip Kotler e seus seguidores, representava apenas um conjunto de técnicas orientadas para o processo de vendas que levava em conta a maioria dos clientes. Depois do conceito de “design universal”, tudo mudou. Passou-se a enxergar o marketing como uma ferramenta que deve levar em consideração as diferentes capacidades e necessidades físicas, cognitivas, sensoriais e alimentares dos clientes, afinal fazer marketing com ferramentas que contemplam o processo de design universal, é um processo inclusivo e que pensa em todos clientes possíveis e não apenas na maioria.

Por meio do Instituto Humanus, a equipe Arquitetos da Criatividade, tem a oportunidade de conversar com pessoas com as mais variadas deficiências e, lideranças das mais variadas associações. Além de iniciar um processo de estudo do mercado internacional, concluindo que o que é novidade no Brasil, já é aplicado no dia a dia de muitos países. Tal relacionamento, possibilita a busca de soluções assistivas através do relacionamento com fabricantes e fornecedores de equipamentos para este mercado. Enfim, um universo de oportunidades que estamos trabalhando com uma abordagem completamente diferenciada, tecnológica e acima de tudo humanista. Também por meio do Instituto, foi possível conhecer Marta Machado, que teve um papel atuante na Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência da Prefeitura da Cidade de São Paulo, antes de se aposentar. Martinha, como é mais conhecida, a cada dia vem colaborando com sucessivas experiências e importantes contatos neste universo chamado PCD. “Entendemos que estamos, a cada momento, escrevendo um capítulo da história da comunicação assistiva e criando aqui um novo mundo, novos conceitos, novas ferramentas, novas culturas, enfim novas oportunidades de negócios”, afirma Rodolfo.

O desafio da Arquitetos da Criatividade, através da criação da Arquitetos PCD, é o desenvolvimento de novas proposta para o marketing da diversidade com abordagem para as pessoas com deficiência. Para tanto, estamos criando novos conceitos e denominações, que já estamos registrando como: Marketing Assistivo, Publicidade Assistiva, Coaching Assistivo, Marketing da Diversidade, Arquitetura Assistiva, Design Universal e muitas outras soluções em desenho universal comunicacional. Isso, certamente, irá oferecer o que o público consumidor PCD mais precisa: respeito através da melhoria dos canais de comunicação, criação de soluções em acessibilidade da informação e geração de canais de mobilidade na compreensão do mundo que os rodeia. Afinal, todos são clientes e consumidores. Sendo assim, a Arquitetos PCD se consagra por ser a primeira agência brasileira especializada em Marketing da Diversidade com foco no marketing e publicidade assistivos com prioridade para o público consumidor de pessoas com deficiências e necessidades especiais.

Afinal, os perfis dos clientes vêm mudando com o passar do tempo, o processo de inclusão precisa, cada vez mais, estar presente na sua realidade corporativa, pois hoje tanto o consumidor final, quanto o cliente corporativo tem a preocupação e o envolvimento com questões de sustentabilidade, impacto ambiental e social dos produtos e serviços consumidos. Hoje, também se tornou importante a composição e a valorização de suas equipes de trabalho, como a sua corporação aborda a diversidade e inclusão e, se a sua empresa converte estes valores em ações. Tudo isso valoriza e evidencia a imagem das corporações no mercado na hora do consumidor lembrar da sua marca.

Recentemente, uma pesquisa promovida pela Consultoria Edelman Earned Brand, divulgada no início de novembro de 2017, na Revista Época, revelou que 56% dos brasileiros dizem consumir ou boicotar marcas de acordo com o posicionamento delas diante de questões sociais relevantes. Isto só reforça o convite de que sua empresa precisa estar engajada nos nossos processos de marketing e publicidade assistivos para reforçar as ações sociais de sua organização. Arquitetos PCD: uma grande responsabilidade que precisa da sua participação e seu apoio, conheça o trabalho e agenda já uma visita.

 

Cindy Gomes

Jornalista

 

 

 

Amanhã, São Paulo ganhará um ônibus especial com mais vagas para cadeirantes

A partir de amanhã, 17.03, um ônibus com vagas para até quatro cadeirantes fará a linha entre o Jabaquara e ao Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na Rodovia dos Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo.

Atualmente, a maioria dos ônibus adaptados para cadeirantes possuem apenas uma vaga para pessoas que usam cadeira de rodas. Para acomodar mais cadeirantes, o novo ônibus não terá catraca.

A implantação será da SPTrans, órgão da Prefeitura responsável por administrar o transporte na cidade.

Ao todo serão três ônibus adaptados para quatro cadeirantes. Eles funcionarão das 5h30 às 22h30 em dias úteis. Os veículos visam auxiliar o transporte das pessoas com mobilidade reduzida. Por isso, comportarão mais 35 passageiros, sendo 17 sentados e 18 em pé.

Além do motorista, um outro funcionário vai operar o elevador com a rampa nos ônibus, auxiliando a entrada e saída dos cadeirantes.

Os veículos também terão lugar especial para deficiente visual e cão-guia.

Atualmente a capital tem uma frota de cerca de 14 mil veículos que atendem o transporte público. Pouco mais de 13 mil deles são acessíveis.

 

Fonte: GloboNews – 16.03.2018

Morre, aos 76 anos, o físico britânico Stephen Hawking

Hawking enxergava além do seu tempo!

Além do seu consagrado e revolucionário legado para a humanidade, que me dá prazer em dizer que sou humano e deficiente físico, este cientista consagrava outro gênio inglês Willian Shakespeare parafraseando uma célebre frase de Hamlet: “Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito”. Foi exatamente isto que este cadeirante fez – através da física quântica, viajou por todo o Cosmos e certamente esteve onde nenhum home com sua total capacidade física e mental jamais, jamais esteve até então.

Podemos dizer: Ironia da vida, um deficiente viajou, sozinho, onde ninguém jamais esteve. Hoje, aos 76 anos esta luz da humanidade se apagou entre nós, consumado por uma doença degenerativa (esclerose lateral amiotrófica), com a qual conviveu desde a sua juventude.

Hawking ficou mundialmente famoso como cientista, porque vivia recluso em uma cadeira de rodas computadorizada sem poder mexer o seu corpo franzino e atrofiado. O que para muitos seria o fim, para ele foi um instrumento que permitiu que sua mente ficasse cada vez mais liberta, vívida e através da matemática iniciou uma viagem além das fronteiras da humanidade. Stephen também adorava Isaac Newton, sendo que ocupou sua cadeira na Universidade de Cambridge até 2009. Parafraseando Newton ele dizia: “Se vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes” .

Hawking era tradutor da linguagem do universo, levando para os leigos as suas complexas teorias com uma linguagem fácil e cativante. Isto o transformou em um “Pop Star” do mundo científico moderno. Seu primeiro Best Seller , “Uma Breve História do Tempo” (1988), teve mais de 10 milhões de cópias vendidas, nesta obra, ele trata de teorias como a do princípio quântico da incerteza, supercordas e buracos negros. Mas foi com a Teoria do tudo que popularizou Stephen e o fez chegar até os cinemas.

Como deficiente físico, ele proferiu uma célebre frase que serve para todos que estão sofrendo de doenças degenerativas, sendo: ” não importa o quão ruim a vida possa ser, há sempre algo que se possa fazer e ter sucesso”.

Aos 65 anos, Sthepen realizou um dos seus maiores sonhos o de flutuar e sentir uma liberdade que o seu corpo não sentia há muito tempo. A experiência só foi possível graças a um voo a jato da Nasa que simula ausência de gravidade para treinamento de astronautas.

O tradutor da universo escreveu que os cálculos matemáticos servem para nós podermos compreender o universo, mas no fundo é a simplicidade de um desenho simples que o revela para a humanidade. Um bom exemplo é que Hawking usou a metáfora de uma bola de sinuca solta na borda de um lençol esticado para mostrar como se dá a curvatura do espaço-tempo, onde o lençol é a dimensão espacial e temporal. Já a bola de sinuca é um corpo denso, como uma estrela, que perturba essas dimensões. “Agora, imaginem soltar na borda uma bolinha de gude, ela vai girar no lençol abaulado e se aproximar da bola de sinuca, como um planeta orbitando o seu sol. E, se no lugar da bola de sinuca colocássemos uma bola infinitamente densa? Um buraco se formaria, do qual nem a matéria nem a energia escapariam – este fenômeno é conhecido como buraco negro”. Com esta simples explicação o tradutor do Universo explicou e materializou uma das mais complexas teorias físico/matemáticas do universo.

Hawking superou muitas barreiras que para muitos teria sido o fim. Em 1985, enfrentou uma pneumonia que o levou a se submeter a uma traqueostomia, que o fez que perdesse a voz. Mudo, quase paralisado, passou a necessitar do auxílio da tecnologia assistiva para se comunicar com as poucas partes do corpo que conseguia mexer. Através de um software Equalizer, conseguia sintetizar a sua voz com o toque dos dedos. A partir de 2005, não podia mais contar com os movimentos dos dedos, passou então a usar os músculos da bochecha para controlar o sintetizados. Este ser humano serviu para desenvolver as maiores tecnologias assistivas,s endo que em 2013 a Intel cedeu para Hawking um aparelho que rastreia o movimento dos olhos do cientista para gerar palavras. Passando por todas estas limitações, a reclamação do físico era uma só: ” para quem a vida seria trágica sem diversão”, era a de que o “sintetizador dava um sotaque bem americano aos seus discursos”.

Diversão não faltou na vida de Hawking, suas limitações físicas foram superadas por sua força de vontade indômita, pela tecnologia e ficção. “Minhas expectativas foram reduzidas a zero quando eu tinha 21 anos. Tudo, desde então, tem sido um bônus, afirmava o cientista. Em 1993, ele pode finalmente jogar cartas com Newton, Einstein e Data. em um episódio da série Star Trek – The Next Generation – meu sonho está realizado, uni o futuro e o passado nas minhas teorias e estive com os representantes máximos da história humana – replicou Stephen.

Um exemplo de vida para ser seguido, um homem que deixou um legado para a ciência e uma marca de superação para o dia a dia das pessoas com deficiência. Stephen seu corpo estava preso, mas sua mente vagava por entre as sensibilidades mais apuradas da ciências, das artes, da humanidade, enfim da vida.

Stephen Hawking-  8 de janeiro de 1942 –  14 de março de 2018

 

Rodolfo Sonnewend

 

Dúvidas na hora de comprar ou vender um carro com isenção

O mercado de isenções veiculares vem crescendo uma média de 8% ao ano. Estimasse que mais de 100 milhões de brasileiros tenham direito de ter acesso a estas vantagens que podem permitir que um veículo atinja até 30% de descontos, fora as isenções de Rodízio e IPVA. Abaixo respondemos algumas dúvidas comuns que as pessoas sobre esta possibilidade. As informações são do Carros Blog.

DÚVIDAS COMUNS
O processo de compra de um veículo com desconto pode gerar muitas dúvidas. Nós separamos as principais delas, divididas em tópicos, para que você possa encontrar a resposta que tanto procura. Se a dúvida persistir, entre em contato conosco pelos comentários dessa página.

DÚVIDAS SOBRE A LEI

Meu filho(a) é menor de idade. Posso comprar um carro em meu nome, para benefício dele?
Sim. Nesse caso, seu filho(a) pode ter as isenções normalmente, desde que um condutor seja o responsável (até 3 pessoas podem ser condutoras nesse veículo, sendo que todas precisam ser previamente autorizadas).

A lei impede que eu venda o veículo logo após a compra?
A pessoa só pode vendê-lo para outra pessoa, que também tenha o direito a esses descontos, e que comprove isso. Se a venda for feita para alguém que não esteja habilitado a receber essas isenções, o atual proprietário deverá pagar todos os impostos, mais juros.

Posso comprar um veículo diesel com desconto?
A lei diz que o desconto de IPI é dado a “Automóveis de passageiros e outros veículos automóveis concebidos para transporte de pessoas” (exceto os que levam 10 pessoas ou mais). O problema é que ele não deve custar mais que R$ 70.000, e não pode ser do tipo SUV. Isso elimina a possibilidade de haver um veículo diesel, dentro dessas especificações.

Consórcios também podem ser usados para comprar um veículo com desconto?
Sim. Apesar de não existirem consórcios especiais para pessoas com deficiência, elas podem adquirir uma cota de consórcio e, quando for comtemplada, obter o veículo com todas as isenções que ela tem direito.

Continuar dirigindo normalmente me impede de ter o desconto, caso eu esteja habilitado?
Não, pois comprar um veículo com desconto não exige que você tenha adaptações no carro, e nem sua condição exige que você procure os descontos.

Posso trocar os condutores autorizados no futuro?
Sim, desde que isso seja avisado as autoridades por meio de novo preenchimento dos documentos necessários.

Minha renda comprovada é menor do que eu preciso para comprar o carro. Como eu devo agir?
A lei exige que a pessoa comprove sua disponibilidade financeira ou patrimonial, sendo esta de acordo com o valor do veículo desejado. Sem esta comprovação, não é permitido a compra com descontos em seu nome.

Pessoas com deficiência podem exercer atividade remunerada? E isso pode ser feito com um veículo comprado com desconto?
Sim, elas podem exercer atividade remunerada, podendo ter as habilitações “C”, “D” e “E”. O processo é o mesmo que uma pessoa sem deficiência tem que passar, e seu veículo de trabalho pode ser adaptado ou não, dependendo de suas necessidades.

Quais carros podem ser comprados com desconto?
Ao obter desconto do ICMS, o veículo precisa ser zero km, de fabricação nacional, com custo máximo de 70.000 reais e não ser do tipo utilitário (SUV). Já os descontos referentes ao IOF exigem que o veículo tenha potência máxima de 127 hp. Carros usados tem somente a isenção de IPVA.

Quais são as alíquotas exatas de cada desconto? Isso muda de estado para estado?
No caso da isenção de IPI, esse valor deve variar entre 15% e 25%, dependendo da situação da pessoa (deficiente condutor ou não condutor). Já a isenção do ICMS, que varia nos estados brasileiros, gira em torno de 12%.

Qual é o valor máximo do carro para comprá-lo com desconto?
A lei determina que o veículo não pode custar mais que 70.000 reais.

Quando autorizo outros condutores a dirigir meu carro, eu também posso dirigi-lo?
Sim, a autorização não impede que a própria pessoa dirija o veículo.

Quem já era habilitado antes de ter a deficiência, precisa tirar nova CNH?
Não é necessário tirar nova CNH, mas no próprio processo de obter um veículo com desconto a pessoa vai precisar comprovar que tem
alguma deficiência. Isso vai exigir que sua CNH tenha uma observação (uma letra) que mostra isso, especificando qual deficiência lhe
deu esse direito.

Se o carro for roubado, posso comprar outro logo em seguida ou preciso esperar?
O desconto é dado uma vez a cada dois anos, não podendo ser concedido novamente antes de terminar esse período.

Como funciona a isenção de IPI?
Ela é dada a quem tem deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, mesmo tendo menos de 18 anos. Veículos de uso misto ou de passageiros podem obter essa isenção, mas ela só pode ser concedida uma vez a cada dois anos, sem limite de aquisições. A isenção do IPI não se aplica às operações de arrendamento mercantil (leasing).

Os documentos obtidos, como laudo médico, tem validade? Se sim, de quanto tempo?
Depois de terminado, o processo autorizado tem validade de 180 dias, contados a partir da data de sua emissão. Se ele não for usado nesse período, ele tem que ser feito novamente.

O veículo precisa ser zero km para ter o desconto, ou pode ser usado?
O veículo pode ser novo ou usado, mas os descontos mudam. No caso dos veículos semi-novos e usados, existe apenas a isenção de IPVA.

Posso comprar mais de um veículo com desconto? Qual é o limite?
A lei não determina um limite no número de aquisições.

Não tenho CNH. Preciso fazer o exame no carro da auto-escola, ou ele pode ser feito no carro adaptado que eu comprar?
Como o processo envolve primeiro tirar a CNH, o exame precisa ser feito num veículo de auto-escola. No Brasil não existe a permissão para fazê-lo em carro pessoal, como ocorre em outros países.

Existe limitação no motor do veículo que vou comprar?
No caso da isenção de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que só pode ser concedido uma única vez, existe a limitação de potência, que é de 127 HP, algo em torno de 128 ou 129 cavalos.

Existe alguma adaptação que me faria perder os descontos?
As adaptações devem ser feitas em empresas especializadas, que vão informar se a adaptação precisa ser informada no documento do veículo ou não. Adaptações caseiras ou feitas por pessoas que não são profissionais da área não são permitidas.

QUEM TEM ESSE DIREITO?

Amputação de um ou mais membros dá direito ao desconto?
Sim, pois isso impede de dirigir normalmente, e é classificado como deficiência física.

Cadeirantes tem esse direito?
Sim, eles também tem esse direito.

Deficientes visuais tem esse direito?
Sim, eles tem. A pessoa com deficiência visual, que apresenta acuidade visual igual ou menor que 20/200 (tabela de Snellen) no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20°, ou ocorrência simultânea de ambas as situações, pode comprar carros com desconto.

Não enxergo nada com um dos olhos. Posso comprar um carro com desconto?
Sim, pois a visão monocular dá esse direito.

Quais doenças dão direito a ter o desconto?
Não existe uma lista de doenças que dão esse direito, mas sim, princípios que norteiam essa decisão. A pessoa pode requerer os descontos se tiver alguma incapacidade, que lhe impede de dirigir normalmente. Além disso, deficiência visuais, mentais e o autismo também dão esse direito.

Quem tem deficiência mental pode comprar carros com desconto?
Sim. Portadores de deficiência mental severa ou profunda tem esse direito.

Tenho pouco movimento e/ou encurtamento nas pernas. Tenho esse direito?
Sim, pois isso impede a direção normal de um veículo.

Tenho movimentos limitados nas mãos. Tenho direito aos descontos?
Sim, pois essa limitação impede que alguém dirija normalmente.

Minha estatura me impede de alcançar normalmente os pedais. Tenho direito ao desconto?
Sim, você tem, pois isso lhe impede de dirigir normalmente. Existem adaptações que prolongam os pedais, especialmente para quem tem esse tipo de problema.

Tenho muitas dores no joelho, mas consigo dirigir normalmente. Posso comprar um carro com desconto?
O desconto é concedido para quem não tem condições de dirigir normalmente, mas isso não impede a pessoa de tentar fazer todo o processo.

OUTRAS DÚVIDAS

O desconto também vale para a compra de motos?
Não, apenas para a compra de carros.

O preço do seguro é calculado com base no valor com desconto ou no valor original?
Algumas seguradoras consideram o valor de mercado do veículo, outras olham para o valor na Nota Fiscal (ou seja, o valor com desconto). O melhor é procurar uma que veja o valor de mercado, pois em caso de perda total ela devolve o valor integral do veículo.

Quanto tempo leva para a Receita Federal autorizar as isenções?
Como qualquer outro processo que envolva tanta burocracia, é impossível determinar o tempo necessário para obter as isenções.
Muitos esperam apenas algumas semanas, enquanto outros levam meses para completar o processo.

Tenho restrição no CPF. Posso comprar um carro com desconto em meu nome?
A restrição no CPF impede que você faça qualquer empréstimo ou financiamento, dificultando esse processo.

Como saber o preço de carros adaptados?
Existem duas maneiras. Uma é consultando empresas do ramo, vendo quanto custa cada adaptação. Outra é procurando carros usados que já tenham as adaptações que você procura, lembrando que nesse caso, você só poderá comprá-lo com isenção de IPVA.

Preciso tirar minha CNH numa auto-escola específica? Onde posso encontrá-las?
No Brasil ainda é muito limitado o número de auto-escolas que estão preparadas para receber pessoas com deficiência. A obrigatoriedade de tirar a CNH numa auto-escola desse tipo depende da deficiência da pessoa. Na maioria dos casos, isso pode ser feito em qualquer auto-escola.

Como funciona o financiamento para deficientes?
Os bancos oferecem uma linha de crédito especial para a aquisição de bens ou serviços, voltados para os deficientes. No caso de financiamento para a adaptação de veículos, os valores ficam entre 500 e 10.000 reais, podendo durar até 24 meses (Caixa Econômica Federal). Os bancos pedem avalista ou caução de depósitos, e após aprovação da linha de crédito, exigem apresentação da NF de compra do produto.

Fonte: Carros Blog

Carros Blog

Feliz dia Internacional da Mulher!

Novidades em comunicação visual

Hoje estiveram presentes, na sede do Instituto Humanus, os senhores Rogério Suzuki e Luiz Mello. Coma a presença do nosso presidente discutiram os processos operacionais e produtivos para o desenvolvimento de um novo produto para o mercado de deficientes visuais.

Mara Gabrilli questiona Ministro da Saúde sobre medicamentos

O ministro da saúde, Ricardo Barros, esteve na Câmara dos Deputados para prestar contas de sua gestão. Na oportunidade, a deputada Mara Gabrilli o questionou sobre a compra e a distribuição de medicamentos para pessoas com doenças raras, que há tempos tiveram seus tratamentos interrompidos.

Assista ao vídeo:

Oscar 2018 – relembrando 12 filmes que abordam o tema inclusão da pessoa com deficiência

Aproveitando a semana do Oscar, reservamos para os cinéfilos do Instituto Humanus uma seleção de 12 filmes da história do cinema que trabalharam com o tema inclusão da pessoa com deficiência. Recomendamos que todos os nossos associados e parceiros possam assisti-los:

1 – Intocáveis – 2012

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos

O filme conta a história de Phillippe, um homem rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando contratar um assistente, sua história cruza com a de Driss, jovem de baixa renda e sem nenhuma experiência na função de cuidador. O percurso trilhado pelos dois é de aprendizagem mútua. Driss contribui para a retomada da identidade e da auto estima de Phillippe a partir de um trabalho que mostra o cuidado com as deficiências, mas também uma atenção ímpar com as potencialidade envolvidas.

2 – Filho Eterno (2016)

Classificação Indicativa: recomendado para maiores de 10 anos

Roberto, escritor ainda não publicado, está seguro de que o nascimento do filho é o marco para uma nova vida. No entanto, ainda no hospital, ele descobre que terá de se acostumar com uma nova ideia – ser pai de Fabrício, uma criança com Síndrome de Down. A notícia provoca em Roberto uma enxurrada de emoções contraditórias e conflitos que acabam afetando sua relação com o trabalho e seu casamento com Claudia. Numa jornada de 12 anos, entre obstáculos, conquistas e descobertas, se revela o significado do termo paternidade. Este filme foi baseado na obra de Cristovão Tezza – vale a pena conferir.

3 – Meu nome é Rádio (2003)

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos

Todos os dias, ao redor da quadra de uma escola secundária na Carolina do Sul circula James Robert Kennedy. Acompanhado de um carrinho de supermercado e um rádio, o jovem tinha a prática de observar os intensos treinos de futebol americano liderados por Harold jones, um treinador competitivo, que não tinha olhos para além do trabalho, tampouco para sua mulher e filha.

Um dia, uma brincadeira de mal gosto do time com James o deixa ainda mais assustado e o fecha ainda mais em seu silêncio – o jovem não fala. Até que um dia, o treinador resolve convidá-lo para assistir a um treino e pouco a pouco o insere na equipe como um assistente. O filme mostra a inclusão de “Rádio” – nome pelo qual James passa atender – numa dinâmica antes marcada pela competição e altas habilidades, trazendo sensivelmente a possibilidade de aprendizagem em outros tempos e maneiras.

4 – Colegas (2012)

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Aninha, Stalone e Márcio protagonizam uma história de amizade e sonho. Os três fogem do instituto em que viviam para perseguirem seus respectivos desejos de casas, ver o mar e voar. Ao longo da trabma, os três trilham um percurso de aventura, contribuindo para que a Síndrome de Down seja retratada dentro de um contexto de autonomia, superação e aprendizagem.

 

5 – Hasta La Vista – Venha como você É (2011)

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

É um filme drama/comédia onde três amigos, que têm deficiência física, decidem embarcar sozinhos em uma emocionante viagem, apesar dos protestos de seus familiares. Eles chegam a um bordel na Espanha que atende pessoas deficientes.

6 – Cordas (2014)

Classificação indicativa: livre

O curta animado “Cordas” narra a amizade entre Maria, uma garotinha muito especial e Nicolas, seu novo colega de classe, que sofre de paralisia cerebral. A pequena, vendo algumas das impossibilidades do amigo, não desiste e faz de tudo para que ele se divirta e consiga brincar. Reconfigurando e recriando jogos e atividades, Maria celebra a vida do colega, aprende ao passo que ensina e emociona a todos – inclusive os expectadores, com as possibilidades do sonhe e de uma amizade verdadeira. Ao final, uma surpresa especial, que lembra a todos da importância do educar e da relação que se estabelece no ensino a aprendizagem.

7 – Soul Surfer – Coragem de Viver (2011)

Bethany Hamilton (Anna Sophia Robb) nasceu praticamente na praia e é uma jovem e premiada surfista. Ao ser atacada pr um tubarão, ela perde o braço esquerdo, mas conta com o apoio dos pais (Dennis Quaid e Helen Hunt), da melhor amiga Sarah (Carrie Underwood) e dos fãs para voltar a cair na água.

8 – Sempre amigos (1998)

Classificação indicada: livre

A premiada atriz Sharon Stone (Esfera, Cassino, Instinto Selvagem e Gillian Anderson (Arquivo X)) estrelam esta edificante produção cinematográfica que foi aclamada pela imensa maioria da crítica! Kevin (Kieran Culkin) é uma adolescente de 13 anos de idade com uma mãe amorosa e que sempre lhe apóia (Stone). Quando Kevin conhece Max, seu vizinho da porta ao lado, eles percebem que, ainda que sofram bullying, eles podem usar seu amor-próprio para reforçar seus pontos fortes e, unidos, podem superar suas limitações individuais e triunfar sobre qualquer adversidade. os dois garotos partem em uma série de aventuras e acabam encontrando um grande tesouro: a amizade! Com Gena Rowlands (Corações apaixonados) e um elenco de estrelas, o poder da amizade é verdadeiramente excepcional e irá levantar o seu ânimo e tocar o seu coração.

9 – Uma lição de amor (2001)

Classificação indicativa: livre

O filme conta a história de Sam Dawson, um homem com deficiência mental que tem uma filha Lucy que, quando completa 7 anos, começa a ultrapassar intelectualmente seu pai. Uma assistente social ao ver a situação quer tirar a guarda internando Lucy em um orfanato. A situação se transforma em uma briga jurídica em que se discute o papel do pai e se pessoas com limitações intelectuais como Sam poder ser responsáveis por crianças.

10 – Como eu era antes de você (2016)

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos

Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janete McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emília Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele. Assistam, vale a pena conferir.

11 – A pessoa é para o que nasce (2002)

Documentário relata a história de três irmãs cegas de Campina Grande, Maria das Neves, Regina Barbosa e Francisca da Conceição. A narrativa mostra a leitura de mundo das mulheres e a dedicação do trio à música.

12 – Janela da Alma (2001)

Classificação indicativa: livre

No documentário, 19 pessoas dão seus relatos de como lidam como a deficiência visual. As histórias acabam abordando o olhar de uma forma mais sensível e menos ligada diretamente com o espectro exterior, sugerindo que a sociedade em geral, mesmo com a possibilidade de ver, deixou de enxergar o que é visível aos olhos.

 

 

Premiação do Oscar celebra a inclusão e a diversidade

A mais importante festa da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, o Oscar, que aconteceu ontem (04/03/18), em Los Angeles, foi uma ode à maior participação das mulheres e de outras minorias no mundo do cinema.

O grande vencedor da noite foi o filme A Forma da Água, do diretor Guillermo del Toro, que mostra a poética história de amor entre uma mulher muda e um ser aquático, retirado à força de uma floresta tropical, onde os indígenas o tem como um deus.

2017 , foi um ano marcado por escândalos e denúncias, após ter sido revelado que o produtor Harvey Weinstein teria estuprado ou assediado sexualmente mais de 50 mulheres. Depois dele, surgiram acusações contra outros diretores e atores. O movimento com a hashtag #MeToo teve milhões de compartilhamentos nas redes sociais. Mulheres do mundo todo resolveram quebrar o silêncio também e contar como foram assediadas.

Tanto na festa do Globo de Ouro, como na britânica Bafta, atrizes vestiram preto em sinal de apoio às vítimas do assédio e ainda, como forma de protesto, contra o comportamento inaceitável de seus colegas do sexo masculino.

Mas na noite do Oscar 2018 o que se viu foi o colorido do figurino das celebridades voltar à cena. Todavia, o discurso politizado continuou a subir ao palco. A ganhadora da categoria de Melhor Atriz, Frances McDormand, que fez o papel de uma mãe em busca de justiça pela morte da filha no filme Três anúncios para um crime, pediu que todas as mulheres indicadas em todas as categorias ficassem de pé.

“Todas nós temos histórias para contar e projetos para financiar. Não falem conosco sobre isso nas festas desta noite. Nos convidem para seus escritórios daqui uns dias. Ou podem ir aos nossos. O que for melhor. E contaremos tudo sobre eles. Tenho três palavras para deixar com vocês esta noite, senhoras e senhores: cláusula de inclusão“.

A “cláusula de inclusão”, a que a atriz se refere, faz parte de um movimento que pede que artistas estabeleçam, em contrato, que suas produções tenham diversidade de gênero e de raça.

Hollywood está passando por grandes transformações de consciência.

 

 

 

Ações de Publicidade PCD – Um gigantesco mercado ainda pouco explorado no Brasil

Esta reportagem serve para que cada vez mais as empresas brasileiras se conscientizem da necessidade em ações de marketing inclusivo PCD; afinal no Brasil está população representa mais de 25 milhões de potenciais consumidores diretos o que representa um consumo médio ao ano de mais de 90 bilhões de reais, o suficiente para impulsionar qualquer negócio, enfatiza o presidente do Instituto Humanus Rodolfo Sonnewend.

Mas, os bons exemplos de empresas que investem pesado no mercado PCD ainda vem de fora, mas o Instituto está criando uma campanha que será lançada nos próximos meses que se chamará “Amigo PCD”. Mas por enquanto, vamos contar a história da Canadian Tire, que é uma rede de lojas, com sede em Toronto – Canadá, especializada em produtos para o lar, escritório, oficina e veículos. Fundada em 1922, a empresa faturou mais de 12 bilhões de dólares em 2016.

Sensibilizada com o assunto PCD, a empresa aproveitou os Jogos Paraolímpicos do Rio para lançar uma campanha que comoveu todo o planeta, gerando milhões de visualizações e aumentando ainda mais o faturamento em seu sistema de e-commerce. Acompanhe a entrevista com Eva Salem, vice-presidente de marketing da companhia.

Quando algo nasce para ser um viral, parece que isto acontece durante uma única noite, mas às vezes o viral pode levar um pouco mais de tempo – enfatiza Even.

Este comercial, que foi divulgado na TV durante os jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro e depois na Web – onde nos impressionou, pois gerou mais de 138 milhões de visualizações no momento desta publicação. Intitulado “Wheel”, este comercial, mostra como todos deficientes ou não, podem se unir através do esporte.

O vídeo abre com algumas crianças jogando basquete ao ar livre e quando a bola se desvia cai no quintal onde um menino observa sentado em uma cadeira de rodas, um dos jovens vai recuperar a bola e quando chega próximo dela, percebe o menino cadeirante que o está observando demonstra uma vontade enorme de participar da brincadeira. Neste momento, a cena fala por si só, esclarece Even. Infelizmente, passamos a sensação de que o garoto na cadeira de rodas é inicialmente percebido como incapaz de jogar. Mas isto vai mudar!

Na próxima cena percebemos que a bola está colocada na varanda do garoto cadeirante, já em outra cena ele aparece com ela no colo indo em direção ao local do jogo para devolvê-la para o time e, percebe que todos o esperam em sintonia com sua mobilidade reduzida. Isto é mágico e encerramos com o slogan: “We All Play For Canada to life” – todos nós jogamos para o Canadá e para a vida.

 Eva Salem, vice-presidente de Marketing da Canadian Tire Retail, ressaltou que a inclusão e a diversidade são valores fundamentais para nossa marca e as deficiências abrangentes em nossa estratégia de marketing nos permitem mostrar e celebrar um escopo mais amplo e, portanto, mais preciso de pessoas e suas diferenças. “We All Play for Canada” é mais do que um slogan da campanha; é um apelo à ação para todos os canadenses, incluindo aqueles com deficiência ” – Marketing Inclusivo.

“O esporte faz parte do DNA do Canadian Tire há 95 anos e temos um compromisso de longa data para comemorar, inspirar e encorajar o jogo. O esporte tem o poder de unir as comunidades e promove os valores que os canadenses compartilham, o principal entre aqueles que são inclusivos, encerra Eva. Assistam a este brilhante e emocionante comercial.